Patrimônio
Patrimônio Histórico
 


Ao restaurar uma edificação antiga deve-se preservar sua utilização histórica ou pode-se até mesmo adaptar seu uso a uma nova finalidade...m
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As EDIFICAÇÕES são a expressão mais visível do Patrimônio da Nação, por se tratarem de criações mais duráveis e que incorporam expressões de outras ciências e artes. Não é por acaso que constituem a maioria dos bens tombados. Eles nos proporcionam uma viagem no tempo, uma visita a um dado momento histórico, pois são exemplos da nossa forma de viver, das técnicas construtivas e das manifestações artísticas, naquela época.

O que é um bem tombado?
O que pode ser tombado ?
Quem pode executar um tombamento ?
Tombamento significa desapropriação ?

Banco de Imagens
Imagens são ferramentas indispensáveis a preservação do patrimônio artístico e arquitetônico da humanidade. Na recuperação das características físicas de um monumento histórico, é fundamental dispor de uma iconografia significativa que constitua um substituto visual da obra, integral ou de suas partes, principalmente na ausência do original . Sem as chamadas referências visuais o trabalho do restaurador...


O patrimônio de um povo é a memória viva de sua história. Seja ele palpável, como as edificações, monumentos e objetos, ou até mesmo intangíveis, como as crônicas da sabedoria popular, as lendas, os rituais e a musica, entre outros.
Quando somos capazes de identificar as diversas influências que marcaram nossa evolução histórica e formaram nossa personalidade enquanto povo, tornamo-nos mais confiantes no relacionamento com a comunidade das nações.

O Patrimônio de uma Nação é como um tesouro legado por nossos ancestrais e nossa obrigação é transmiti-lo intacto, aprimorado, às próximas gerações.

A Constituição Federal de 1988, no seu Artigo 216, estabelece claramente que é função da União, do Estado e dos Municípios, sempre com o apoio da comunidade, preservar os bens culturais e naturais brasileiros, incluindo os sítios arqueológicos, cujo achado deve ser imediatamente comunicado ao IPHAN.
É preciso incutir na mente da população e dos próprios governantes, que a gestão correta do patrimônio produz empregos e propicia o surgimento de novas expressões da criatividade popular, só para falar das consequências do turismo cultural, sem entrar em consideração de outros ganhos indiretos.
É importante que todos os cidadãos tornem-se atores num cenário de natural preservação e valorização do patrimônio público, o que só vai se dar através da conscientização coletiva e mobilização popular.

É esta uma das intenções deste site. Difundir idéias como estas.

Se a grande mídia, substituísse por uma Campanha pela Valorização do Patrimônio, temas muito abordados, porém de utilidade pública questionável, como a descrição minuciosa e diária dos índices do 'risco Brasil' e da variação da 'bolsa de Nova York', isto já seria um bom começo.




A Carta de Veneza


No Segundo Congresso Internacional de Arquitetos e Técnicos dos Monumentos Históricos, o Brasil entre outros países assinou, em maio de 1964, a Carta de Veneza, que afirma serem os monumentos históricos mensagens espirituais do passado, que repercutem no presente como patrimônio de todos e que no futuro, impõe-se às novas gerações, a responsabilidade de preservá-los na plenitude de sua autenticidade.
Assim, os princípios que devem presidir à conservação e à restauração dos monumentos foram elaborados em comum e formulados num plano internacional, ainda que caiba a cada nação aplicá-los no contexto de sua própria cultura e de suas tradições.
A Carta de Atenas foi a primeira a dar forma a esses princípios em1931 e foi essencial para a propagação de um movimento internacional renovado pelas atividades do ICCROM e da UNESCO.

Um passo decisivo foi dado em Veneza reforçando seus princípios e dotando-os de um alcance maior.

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